Dilma Rousseff - Candidata a Presidente 2010:
TODOS JUNTOS POR MINAS!
Dilma Roussef, Hëlio Costa, Patrus, Pimentel, Zito

 

Discussão:Dilma Rousseff

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Dilma não concluiu nem mestrado nem doutorado

Depois de levantarem na imprensa que Dilma Roussef não havia concluido mestrado nem doutorado na UNICAMP, a página na internet da Casa Civil alterou dados:

Estava assim: Dilma Vana Rousseff é Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursou Mestrado e Doutorado pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Ficou assim: Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi aluna de mestrado e doutorado em Ciências Econômicas pela Universidade de Campinas (Unicamp), onde concluiu os respectivos créditos.

Então não é mestre. Então não é doutora. "Concluir os créditos", no caso, quer dizer que não entregou a dissertação de mestrado.

Como está trancada a página, não pude alterar o conteúdo. Que alguém o faça.

A prova:


Mesma informacao pode ser encontrada na acessoria de imprensa da propria Sra. Dilma:

(http://www.casacivil.gov.br/casa_civil/noticias/notas/nota_unicamp) Colocar informacao irreal na plataforma lattes (CNPq) esta sendo considerada grave quebra de conduta etica (vide pesquisadores que estao punidos). Interessante a acessoria de imprensa da Dilma colocar apenas como "erro de informacao", ja que a dissertacao e a tese sao as atividades mais importantes tanto no mestrado como doutorado. Sra. Dilma teve a "Última atualização do currículo em 06/07/2009" (http://lattes.cnpq.br/1357261451494509)

Alguem tem data das acusacoes sobre o CV dela? Bem provavel que o CV lattes tenha sido alterado apos as acusacoes.

Mais que distorção

É lastimável ler este artigo na Wikipédia, a qual deveria ser imparcial. Um artigo que se volta e é extensão de tudo que a manipuladora imprensa barata(vulgo Veja) insinua.

É realmente lastimável que continue aqui. Mas não da pra julgar um lugar que teria um belo futuro como uma fonte de informações limpas, se suje por falta de capacidade. Ou manipulação.

A tal imprensa barata citada é a terceira maior revista semanal do mundo, com quase 40 anos de história e que, quando o PT foi oposição de outros governos, servia perfeitamente para que deputados a levantassem aos berros no congresso usando suas matérias contra seus adversários. Agora no poder, tudo que a imprensa publica contra os petistas passou a ser chamado de manipulação ou golpismo. Interessante essa visão da liberdade de imprensa por parte da esquerda petista. Quando publica contra seus adversários, é legítima a revista, quando publica contro os próprios, é revista barata…


"Dilma foi exonerada da direção Câmara Municipal de Porto Alegre por chegar atrasada" Isso é uma grande inverdade! Aqui no RS reiteradas vezes já ficou claro que foi mais uma distorção a fim de denegrir a imagem da candidata. O cargo de diretor geral da Câmara de Porto Alegre é político. Ainda hoje há um rodízio entre as diferentes bancadas. Um ano coube ao PDT, e este ano foi ocupado por Dilma. No ano seguinte, houve a substituição por nome de outro partido. Esta é a verdade.

PAC E TENDÊNCIAS

Desde quando o PAC não é importante na gestão Dilma? Uma linha sobre o PAC foi apagada e solicito seu retorno.

Inclusive a linha dizia que ela seria mentora do programa, ou seja, uma versão oficial do assunto, que foi atacada pelo Senador Mão Santa, que disse que Dilma não passa de uma Galinha Cacarejadora de Lula, que diz " Às obras!". O que também foi apagado.

Qual motivo para se manter texto totalmente parcial, onde não cabem mínimas alterações ou visões contestadoras?

Se é para ser uma biografia simples, apague-se também a história do Dossiê, que contém informações muito minuciosas para um verbete da Wiki.

18h26min de 9 de Julho de 2008 (UTC)

Extrema distorção

Esse artigo é uma mera extensão dos factóides da revista Veja. É realmente uma lástima que a Wikipédia se preste a isso, e que mesmo sendo denunciado por outros usuários, essa versão permaneça. Não há nenhuma menção a versão do governo e da ministra, simplesmente é apagada como se não existisse.

Segundo o Quissamã os orgãos militares não confirmaram que foi torturada… não sei em que nível de desonestidade intelectual ou de mero "desconhecimento" ele se situa, mas o que ele esperaria de um regime que se quer permitia que se noticiasse a existência de censura e que até hoje não se define como tendo sido uma ditadura, mas pasmém!, como "revolução democrática". Esperar que reconheçam seus crimes de tortura que nunca assumiram, principalmente contra alguém que agora está no governo, seria realmente uma ingenuidade ou acreditar que nós, leitores do Wikipédia, sejamos completamente estúpidos.

Primeiro, crimes políticos não podem ser confundidos com crimes comuns, o que é uma determinação constitucional, separação essa que o artigo não realiza. Segundo, o artigo devia se deter na biografia da Dilma Rousseff, e não de uma polêmica atual em que o artigo serve a apenas uma versão dos fatos. Terceiro, essa versão não tem o menor fundamento a não ser a mera referência a determinados meios de comunicação que estão sistematicamente distorcendo fatos em relação ao atual governo por razões obviamente políticas.

Eu, pelo que prezo como muitos o Wikipédia, espero que a versão que apresentei e que não foi aceita, retorne; ou que outros usuários refaçam esse artigo com mais zelo pela neutralidade. Esse artigo sequer é citado como contra o princípio de imparcialidade, o que é evidente até mesmo para os simpatizantes políticos da condenação prévia da pessoa referida no artigo. Reconheço que a minha versão, pela pressa com que a fiz, não pude enriquecê-la de referências no ato, mas que agora iria fazer, mas nessa versão que fiz estava clara todas as versões, ainda que por força dos fatos ela tivesse uma conclusão favorável a Ministra no episódio do suposto escândalo.

Mas se os fatos, as evidências e a isenção não contam, então que mal futuro se insurgirá para o Wikipédia! Fazendo um jogo de um famigerado meio de comunicação desqualificado e tendencioso. o comentário precedente não foi assinado por 200.150.134.131 (discussão • contrib.) 15h06min de 18 de Junho de 2008 (UTC)

Tortura

Não existem provas de que Dilma Houssef tenha sido "torturada" pelo orgãos de regime militar. Existe unicamente o depoimento dela. Portanto é apenas uma alegação, e não um fato.o comentário precedente não foi assinado por Energia pura (discussão • contrib.) --OS2Warp msg 15h29min de 2 de Julho de 2007 (UTC)

.. Quer dizer que ela era líder de grupos que praticaram grandes atos de guerrilha urbana, foi presa e não foi torturada? É necessária a apresentação dos instrumentos pelos torturadores? Existem depoimentos de outros membros destes grupos dizendo que ela foi impedida de participar diretamente das operações do seqüestro do Embaixador Americano ao muito que sabia. A Ditadura Militar sabia que ela sabia, e não deve tê-la poupado.Quissamã (discussão) 16h23min de 18 de Abril de 2008 (UTC)

A fonte indicada no fim da seção (portal G1) dá conta da suposta prisão e tortura de Dilma Rousseff. Verdade ou mentira, não importa, já basta para a menção no artigo, com fonte devidamente citada. A forma como foi colocada ("diz ter sido torturada") não é a ideal entretanto.--Pesca (discussão) 16h35min de 25 de Novembro de 2008 (UTC)

Assalto

O seguinte trecho vem sendo apagado do artigo repetidas vezes (com fontes citadas) e colocada uma versão que sequer cita as suas fontes

Participou em 1968 da ação que roubou o cofre da amante governador paulista Adhemar de Barros onde teriam sido subtraídos 2 milhões e seiscentos mil dólares americanos [].o comentário precedente não foi assinado por Energia pura (discussão • contrib.) --OS2Warp msg 15h29min de 2 de Julho de 2007 (UTC)

Vai ver porque ela nunca participou de tal ato, como ela mesma informou uma dezena de vezes em entrevista a Jô Soares. LInk no YouTube: youtube.com/watch?v=ckmBKmYzITI

Suposta ficha criminal

na matéria citada mais de 20 vezes nesta página, assinada pelo repórter luiz maklouf carvalho na revista piauí (abril de 2009), há depoimento de uma companheira de cela de dilma rousseff (maria luiza belloque) que confirma a tortura sofrida pela ministra. a referida matéria diz ainda que ela não entregou dois companheiros (maria celeste martins e carlos araújo), presos muito tempo depois. gostaria de alterar, portanto, essa parte da tortura.

Parcialismo

O artigo não pode se limitar a meramente uma visão dos fatos correndo o risco de cair na vala comum dos artigos parciais sobre a história e a vida dos políticos do nosso país. Artigos assim não ajudam a esclarecer nada: pelo contrário.o comentário precedente não foi assinado por Energia pura (discussão • contrib.) --OS2Warp msg 15h29min de 2 de Julho de 2007 (UTC)

De novo utilizaram as teclas "control + c" e "control + v" - prática que anda super corriqueira na Wikipédia ultimamente - e transformaram o artigo em parcial. Tiraram o texto da Globo (só podia ser) e a existência do tal dossiê virou concreta… Assim não dá! Maxxwell 20:39, 11 de abril de 2008

Sr. Maxxwell, estás fazendo uma acusação séria! Favor indicar o texto de onde supostamente você diz ter sido copiado parte desse artigo, apresentando o link ou outras provas do uso de copy e paste.

  • Ser imparcial não quer dizer omitir fatos "camaradas", já postei aqui minha opinião sobre o fato de Dilma, tudo ter feito e de nada lembrar-se.--Gual-00 (discussão) 01h41min de 2 de maio de 2010 (UTC)

Parcialidade

Assim como para alguns a ditadura militar foi só um regime, para outros a luta armada não é terrorismo. Ninguém discorda é que a esquerda tava clandestina. Tumnus msg 18h22min de 10 de Junho de 2008 (UTC)

Sim… mas por aqui não se vê nenhuma condescendência com o regime militar e nem deveria haver. Já a visão romântica da "luta armada" é algo recorrente. Como se seqüestrar, roubar e colocar bombas por motivos nobres não fosse terrorismo. E o motivo nobre desse pessoal era instalar um Cuba de proporções continentais no Brasil. Dantadd (α—ω) 13h30min de 19 de Agosto de 2008 (UTC)

Mestrado e Doutorado

Onde podemos encontrar e obter sua dissertação e tese?--Kaktus Kid (discussão) 02h21min de 5 de Setembro de 2008 (UTC)

Nenhuma tese ou dissertacao pode ser encontrada no banco de dados da Unicamp http://acervus.bc.unicamp.br/

Acessoria de imprensa da propria (http://www.casacivil.gov.br/casa_civil/noticias/notas/nota_unicamp)deixa claro que ela nao conclui nem mestrado nem doutorado. Sendo a tese e a dissertacao os pontos mais importantes para obtencao do titulo, torna-se uma grande pergunta porque apresentar em seu curriculo informacoes "erroneas". Colocar informacoes irreais na plataforma lattes (site da CNPq) esta sendo considerado uma quebra de conduta etica grave (vide caso de professores que colocaram informacoes irreais e sofreram punicoes).

Ela nunca concluiu seu doutorado. Editarei para deixar isso claro. Fluzao (discussão) 16h05min de 8 de junho de 2009 (UTC)

Versão

Sugiro que a página seja retornada para a versão em que ela se encontrava antes de toda a última confusão ser iniciada. RafaAzevedo msg 09h27min de 23 de Novembro de 2008 (UTC)

Parcialidade

Este artigo é extremamente parcial, dá atenção exagerada às acusações contra Rouseff, ao mesmo tempo em que não esclarece claramente sua defesa. Nos casos do assalto a banco, do dossiê e da Varig, todos já foram devidamente esclarecidos, e não há motivo para o tom de dúvida que o artigo expressa. Revisão urgente, como leitor da wikipedia eu peço isso.

Espetacularização do nada

A imprensa abusou da inteligência dos leitores ao rotular de DOSSIÊ ANTI-FHC uma planilha de gastos pessoais do casal Cardoso totalmente irrelevante. Criaram uma celeuma absurda em torno de uma lista de compras pessoais, a imprensa e a oposição, com o único intuíto de constranger o governo. É a espetacularização do nada, como disse a Ministra Dilma.

Internação da Dilma Rouseff

Cadê a informação de que ela foi internada às pressas (19 de maio) editada tanto usuários registrados ou não (IP), que infelizmente não tem como editar. Isso demonstra pouco empenho nesse tipo de notícia na enciclopédia que diz ser "livre". Que vergonha! 201.4.195.230 (discussão) 19h16min de 19 de maio de 2009 (UTC)

Já coloquei um parágrafo sobre o tratamento dela, não entendo porque isso não estava ainda na biografia. Fontes a respeito não faltam! FrancisW (discussão) 23h44min de 23 de novembro de 2009 (UTC)

correções na biografia de Dilma

"Na década de 1960, durante o regime militar, Dilma Rousseff participou da luta armada, usando os codinomes de Estela, Luísa e Vanda, atuando em organizações clandestinas e terroristas de esquerda, como a Política Operária (POLOP), Vanguarda Popular Revolucionária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[6]., segundo consta na sua ficha criminal na Polícia paulista, no DOI-CODI."

Se formos checar o link [6] veremos que a fonte foi fraudada. Mesmo que houvesse tal fonte, seria controversa,já que a denominação terrorista é relativa e de uso político em muitos casos.

 

"De acordo com o senador Pedro Simon (PMDB-RS), desde que Dilma assumiu o ministério, "a seriedade está se impondo" na Casa Civil[9]."


Acho essa passagem acima panfleteira e incomum à biografias.

"Em virtude do escândalo dos cartões corporativos, que eclodiu em janeiro de 2008, atingindo o governo federal e causando a demissão da ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, a oposição entrou com um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigações mais aprofundadas."


O que essa passagem faz ai?

"Em 22 de março de 2008, uma reportagem publicada pela Revista Veja revelou que o Palácio do Planalto montou um dossiê que detalhava gastos da família de FHC. A matéria diz que os documentos estariam sendo usados para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. A Casa Civil negou a existência de tal dossiê, apresentando no espaço de 15 dias três versões diferentes sobre o assunto, todas depois desmentidas pela imprensa[10]. Em 28 de março, foi a vez do jornal Folha de S. Paulo publicar uma reportagem revelando que a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, deu a ordem para a organização do dossiê. Em entrevista coletiva em 4 de abril, Dilma reconheceu a feitura do banco de dados, mas descartou a conotação política do mesmo. Disse que o vazamento de informações e papéis federais é crime e que uma comissão de inquérito interna iria apurar o fato. Em 7 de abril, a Polícia Federal (PF) decidiu investigar o caso.

Em 7 de maio, em audiência na Comissão de Infra-Estrutura do Senado Federal, respondeu questões relativas ao "dossiê"[11]. Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador. — Em resposta ao senador José Agripino Maia (DEM/RN). O senador sugeriu que, por ter mentido no período em que esteve presa durante a ditadura, também poderia estar mentindo sobre o vazamento de dados que formaram o dossiê sobre os gastos de FHC.[11]

As investigações da PF concluíram que o responsável pelo vazamento foi o funcionário da Casa Civil José Aparecido Nunes, subordinado de Erenice Guerra. Ele enviou passagens do dossiê para o assessor do senador Álvaro Dias, André Fernandes[12], confirmando que o dossiê existiu."

Acho um fato de relevância pequena para ocupar tanto espaço numa biografia.

"Em junho de 2008, a ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) Denise Abreu afirmou em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que a Casa Civil favoreceu a venda da VarigLog e da Varig ao fundo norte-americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.[13]

Abreu, que deixou o cargo em agosto de 2007, sob acusações feitas durante a CPI do Apagão Aéreo, relatou que a ministra Dilma Rousseff e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a pressionaram a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig.

Segundo ela, Dilma a desestimulou a pedir documentos que comprovassem a capacidade financeira dos três sócios (Marco Antônio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel) para comprar a empresa, já que a lei proíbe estrangeiros de possuir mais de 20% do capital das companhias aéreas.[14]"


Se trata de uma acusação e não um fato comprovado, além disso está repetido duas vezes, ocupando espaço desproporcional na biografia.

ao final, uma pequena passagem pela vida de Dilma. Ou seja, o artigo parece uma página de tablóide descompromissada com a seriedade de uma enciclopédia.

Malves12 (discussão) 04h15min de 27 de maio de 2009 (UTC)

Assino embaixo - falta muita isenção para o artigo se tornar perto de imparcial, quanto mais equilibrado. E isto não vai ser feito "equilibrando" acusações não comprovadas, nem com supervalorização das suas ações, mas sim, se cortando todas essas passagens que nada de relevante acrescentam ao artigo. --Moy Lei Wai Ou (discussão) 18h30min de 16 de novembro de 2009 (UTC)

A página deveria ter o mesmo aviso constante na página de José Serra: este artigo contém partes que não respeitam o princípio da imparcialidade. Sugiro colocarmos o mesmo alerta aos leitores.

Temperamento

Por que este trecho não negativo sobre a personalidade? Não é embasado em fontes e não tem nenhum teor jornalístico. Pelo contrário, procura reforçar um estereótipo sem nem nenhuma comprovação ou motivação clara. Vejo aqui um trecho de pura difamação.o comentário precedente não foi assinado por Joaopaulo21 (discussão • contrib.) --Brandizzi (discussão) 20h09min de 10 de outubro de 2009 (UTC)

Em verdade, o trecho é referenciado por fontes, sim. A personalidade de alguém politicamente poderoso certamente é relevante. Também não vejo calúnia: os fatos foram devidamente referenciados. Deste modo, estou reacrescentando o texto. --Brandizzi (discussão) 19h06min de 8 de outubro de 2009 (UTC)

 

Caro Brandizzi, abaixo algumas observações sobre a referência externa, explicando porque devemos considerar a retirada de tal citação.

Considerações gerais sobre a matéria do Globo

1) A matéria está baseada em informações de bastidores, em "off";

2) Não há declarações (em "on") das pessoas citadas na matéria: conforme menciona o texto, "o Globo tentou contato com os ministros Paulo Bernardo, Geddel Vieira Lima e Dilma Rousseff, mas não obteve retorno";

3) O ex-secretário Luiz Antonio Eira – o "pivô" do suposto desentendimento, cuja demissão serviu de "gancho jornalístico" para a publicação da matéria do Globo – não quis dar entrevista, como revelou o próprio jornal;

4) Ou seja, mesmo sem ouvir a versão dos envolvidos (o "outro lado", como determina o chamado "bom jornalismo"), o jornal "bancou" as informações em "off", sustentando na matéria a tese do "suposto" destempero verbal da ministra.

Considerações pontuais sobre a matéria do Globo

BRASÍLIA - O pedido de demissão do secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Luiz Antonio Eira, após um desentendimento com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), preocupa peemedebistas. Para os que defendem o apoio do partido à candidatura de Dilma em 2010, episódios como esse, em que ela foi grosseira em público com o funcionário, reforçam o argumento dos que querem a aliança com o PSDB de José Serra e os que têm um pé atrás com Dilma devido a seu gênio forte.

NÃO HÁ PEEMEDEBISTAS FALANDO EM ‘ON’ SOBRE O TEMPERAMENTO DA MINISTRA OU DE QUE SEU "GÊNIO FORTE" PODE, EVENTUALMENTE, COMPROMETER A ALIANÇA ENTRE PT E PMDB

Numa audiência para discutir obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em que estavam Eira, outros funcionários graduados do governo e empresários, no último dia 24, Dilma teria sido extremamente mal educada ao reagir, aos berros, a um comentário do secretário-executivo do ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Diante da informação de que a Ferrovia Transnordestina não seria mais concluída em 2010, Eira argumentou que seria importante rever também o cronograma de liberações do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste, cujos recursos estão comprometidos com a obra. Dilma não gostou da intervenção.

NENHUM PARTICIPANTE DA AUDIÊNCIA (ENTRE FUNCIONÁRIOS DO GOVERNO E EMPRESÁRIOS) FALOU EM ‘ON’ SOBRE O SUPOSTO EPISÓDIO

DIAS DEPOIS, NUMA ENTREVISTA À REVISTA ÉPOCA, A MINISTRA DEU OUTRA VERSÃO PARA O EPISÓDIO. DISSE QUE A INTERVENÇÃO DE EIRA VEIO FORA DE HORA, "POIS ALI NÃO ERA O LUGAR DE DISCUTIR MUDANÇAS NO ORÇAMENTO DE UMA OBRA TÃO IMPORTANTE". ELA NEGOU QUE TIVESSE EMPREGADO TERMOS GROSSEIROS, MAS RECONHECEU TER SIDO DURA. "EU DISSE QUE ELE NÃO CONSEGUIRIA O QUE PRETENDE ‘NEM POR CIMA DO MEU CADÁVER’ PORQUE, POR TRÁS DE MIM, ESTÁ O PRESIDENTE DA REPÚBLICA".

Eira disse a colegas do ministério que, para não iniciar um bate-boca com Dilma, optou por deixar o cargo e voltar a ser consultor na Câmara dos Deputados. Avisou a Geddel e apresentou sua carta de demissão esta semana, em caráter irrevogável. Geddel está em Salvador e, segundo sua assessoria, não falaria sobre o caso.

EIRA SE RECUSOU A FALAR COM O JORNAL SOBRE O EPISÓDIO; GEDDEL IDEM

O destempero verbal da ministra é conhecido no Palácio do Planalto, e justificado por aliados de Dilma. A ministra, dizem esses aliados, é intolerante com o despreparo, a corrupção e o desperdício de dinheiro público e, ao cobrar o cumprimento de tarefas, chega a ser mal educada. Nos bastidores do governo, fala-se que até hoje Dilma só não destratou o presidente Lula e o vice, José Alencar.

NOVAMENTE, NÃO HÁ UMA ÚNICA PESSOA QUE ASSUMA, EM "ON", SEUS COMENTÁRIOS SOBRE A MINISTRA

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, já foi visto chorando, após ser humilhado por Dilma, certa vez, numa conversa telefônica. Os embates entre os dois são frequentes. Dilma se comporta como "chefa" do presidente da maior empresa da América Latina, já que preside o Conselho de Administração da Petrobras.

GABRIELLI NÃO FOI OUVIDO PELA REPORTAGEM DO GLOBO. AS PESSOAS QUE SUPOSTAMENTE O VIRAM "CHORAR" OU SER "HUMILHADO" TAMPOUCO TIVERAM SEUS NOMES REVELADOS.

Ministros têm episódios de enfrentamento com Dilma, de maior ou menor gravidade, e reagem de maneira diferente. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC) tirava Dilma do sério por causa das exigências ambientais para liberação de obras. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, amigo de Dilma, costuma responder com bom humor às cobranças mais incisivas e aos gritos dela. Recentemente, numa reunião do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", Dilma deixou atônitos os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) ao dar uma bronca em Bernardo.

PAULO BERNARDO NÃO FALOU COM O GLOBO. JOSÉ SERRA E AÉCIO NEVES, QUE TERIAM FICADO "ATÔNITOS" COM O COMPORTAMENTO DA MINISTRA, TAMPOUCO CONFIRMAM O EPISÓDIO EM "ON".

Dilma não poupa adjetivos quando o trabalho realizado não lhe satisfaz. Imbecil é uma das palavras mais usadas por ela ao ver ordens não cumpridas. Líderes partidários também se queixam de sua falta de jogo de cintura no atendimento aos parlamentares. O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), deu a ela um bambolê, numa tentativa bem humorada de abordar o problema.

O GLOBO tentou contato com os ministros Paulo Bernardo, Geddel Vieira Lima e Dilma Rousseff, mas não obteve retorno. Luiz Antonio Eira não quis dar entrevista.o comentário precedente não foi assinado por Joaopaulo21 (discussão • contrib.) Eamaral (discussão) 22h02min de 27 de outubro de 2009 (UTC)

  • Este trecho sobre temperamento parece coisa de Revista Caras. O que interessa são as posições dela como política e não se é "docinha" ou "amarguinha" em seu temperamento. E a citação do vice-presidente dizendo que o povo entregará o governo a ela na minha opinião é quase campanha política e também abre focos para que os que são contra a candidatura queriam escrever no artigo por que ela não deve ser eleita. Dispensável e que não acrescenta nada ao artigo. Fabiano msg 03h13min de 27 de outubro de 2009 (UTC)

Acho engraçado querer retirar o trecho baseado na reportagem e começar um novo parágrafo com "Errôneamente considerada dona de um temperamento explosivo," . Erroneamente na opinião de quem? Ou já inventaram algo objetivo que determine o temperamento de uma pessoa? Se as pessoas consideram Dilma dona de um temperamento explosivo, isso é um fato. Se você ou outra pessoa julga essa consideração errônea, isso é uma opinião. E a opinião de nenhum de nós aqui tem direito a entrar no artigo.

Recoloquei o trecho removido (que, na minha opinião, não deveria ter sido retirado enquanto não se atingia consenso aqui) e deixei ainda o texto inserido. Apesar de ter agora relido o parágrafo sobre o José de Alencar e também o ter considerado dispensável - e potencialmente eleitoreiro. Acredito que o melhor seja tentar ser o máximo imparcial sobre o caso, citando a consideração geral sobre o seu temperamento e citando que alguns ponderam isso como positivo (eficiência apontada pelo Lula) e outros como negativo. Ao citar o caso do Luiz Antonio Eira (se for mantido), poderia incluir a referência de que Dilma nega tê-lo destratado, da Folha. Eamaral (discussão) 04h15min de 27 de outubro de 2009 (UTC)

  • Você, quem? Eu não removi nada, nem editei o artigo. E sobre o argumento, se as pessoas consideram é "fato" penso que devia reavaliar; a opinião de terceiros nada mais é que isto uma opinião. Continuo entendendo que este trecho não faz nenhuma falta. Fabiano msg 20h42min de 27 de outubro de 2009 (UTC)

Estava falando do usuário Joaopaulo21 DCE, que havia inserido o trecho que citei no artigo. Desculpe se não ficou claro. Sobre as pessoas a considerarem dona de temperamento explosivo, em nenhum momento disse que isso a torna dona de um temperamento explosivo (ou seja, como é óbvio, a consideração não gera o fato). Mas até onde eu saiba, é um fato que as pessoas consideram. É um fato que essa opinião existe (pelo menos foi a imagem que se criou em torno dela) e o próprio JoaoPaulo21, no texto que colocou em substituição ao antigo, aceita isso. Agora, julgar essa consideração errônea, como fez o JoaoPaulo21, é inserir opinião pessoal no artigo, o que não é aceitável. Pra mim, não tem problema tratar disso no artigo, desde que não se tente puxar sardinha pra um lado ou pra outro. Eamaral (discussão) 22h02min de 27 de outubro de 2009 (UTC)

Qual o valor de destacar, tanto no resumo, quanto em seção à parte, sobre "temperamento difícil" de uma figura pública? Se fizer questão, talvez pudesse deixar apenas "temperamento", suprimindo a parte "difícil", afinal, está se julgando e culpando por antecipação. Ou talvez, por questão de isonomia, se alinhar a todas as biografias de políticos em atividade, traços de caráter. Não encontro nada parecido na Wikipedia em inglês, talvez por conta do maior rigor dos administradores. Acredito que este tipo de comentário empobrece, e muito, o valor deste artigo.o comentário precedente não foi assinado por Moy Lei Wai Ou (discussão • contrib.) --Brandizzi (discussão) 11h06min de 17 de novembro de 2009 (UTC)

Foto principal do artigo

A versão do artigo [1] apresenta a mesma foto como principal e também na seção "temperamento". Obviamente, duas vezes a foto no mesmo artigo não faz o menor sentido. Quem voltou com a foto como principal não se deu nem ao trabalho de olhar as outras imagens do artigo.

Vou voltar com a foto anterior, que defendo por duas razões. Primeiro, porque se não faz sentido uma foto aparecer duas vezes no artigo, faz mais sentido que a foto da Dilma com a cara amarrada, tipo "sargentona", fique na seção "temperamento", onde se discute exatamente esse perfil. E segundo, porque o padrão que vemos aqui é que a foto principal em biografias, especialmente de políticos onde se pode escolher entre várias fotos do biografado, é colocar uma foto mais simpática, com a pessoa com uma expressão leve, sorrindo. Isso é praxe em inúmeros políticos. Penalizar esse artigo não faz sentido, senão vamos querer colocar a pior foto possível em todas as pessoas que não gostamos. FrancisW (discussão) 22h25min de 30 de novembro de 2009 (UTC)

Alteração sintática

Estou alterando "Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira" para "Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é economista e política brasileira", sem o "uma" negritado. A palavra "uma" dá uma impressão de ofensa "dilma roussef é uma...", a versão sem "uma" diz exatamente a mesma coisa e fica mais bonito.--LeVraiSáparo (discussão) 21h14min de 9 de janeiro de 2010 (UTC)

Creio que essa é uma impressão pessoal sua, que não é partilhada pelos outros editores (já que é esse o padrão utilizado em todos os artigos sobre biografias). RafaAzevedo msg 21h20min de 9 de janeiro de 2010 (UTC)

Artigo trancado, mas maquiagens sendo feitas

Houve alterações na biografia da ministra Dilma mesmo estando a página trancada? Como é possível? Retiraram que ela estudou no Sion, colégio tradicionalíssimo, que entrou para o POLOP, e um monte de cositas más. Que está havendo? Alguém pode explicar? O artigo precisa de revisão, existem referência que linkam a nada, mas só alguns podem fazer? Aguardo uma resposta. AbsVIGI-AP (discussão) 13h29min de 3 de fevereiro de 2010 (UTC)

A página está protegida apenas para edições anônimas. Eu mesmo a editei agora. No geral, achei algumas edições recentes boas, tornaram o artigo menos parcial. Algumas retiradas de informações referenciadas, porém, eu reverti. De uma forma ou de outra, está sentindo falta de mais alguma informação? Se tiver fontes, acrescente-a; se não tiver comente aqui na página de discussão. De qualquer forma, evite o tom panfletário, que muito provavelmente vai levar a guerras de edição. --Brandizzi (discussão) 16h51min de 3 de fevereiro de 2010 (UTC)

Citação de Denise de Abreu

Sugiro retirar a citação de Denise de Abreu no tópico "Caso Varig". É uma acusação não comprovada e o caso é muito irrelevante para a biografia de alguém. Cabe referir-se ao caso, mas essa citação está valorizando um factoide que não pode prevalecer numa biografia que se deseja séria e imparcial. FrancisW (discussão) 03h31min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)

O artigo está excelente, não precisa remover nada. Com a chegada das eleições, ele será alvo de militantes de esquerda que tentarão - em vão - remover informação ou contestar partes relevantes aos seus julgamentos de valor, como você faz agora. --Ciao 90 (discussão) 18h32min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)

O artigo vai ficar melhor sem destaque a uma frase que não foi comprovada e que torna-se irrelevante na biografia. A sua opinião logo se vê que é no sentido de construir um artigo enciclopédico... FrancisW (discussão) 20h32min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)

Ficha criminal

Não faz o menor sentido publicar conteúdo sobre a ficha crimininal. Publicar um viral de internet e um artigo que a própria fonte (Folha) considera sem autenticidade é praticar guerrilha anti-Dilma na Wikipedia.o comentário precedente deveria ter sido assinado por Joaopaulo21 (discussão • contrib.)

Eu julgo que faz sentido, não pelos crimes que a ficha claramente falsa afirma, mas sim porque a "barriga" que a Folha deu é bem relevante, e está relacionada à ministra. O evento da citação da ficha em um jornal é relevante, não o conteúdo dela. --Brandizzi (discussão) 02h03min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)

Concordo com o Brandizzi. A autenticidade e existência da ficha foi levantada por um veículo de imprensa e isso já se faz notório. --Ciao 90 (discussão) 12h36min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)

Fotos de cidades

Pergunto a comunidade se fotos de cidades neste artigo são mesmo necessárias? algumas parecem também poluir a formatação do texto. --Ciao 90 (discussão) 12h34min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)

Parcial

"Iniciando na militância, logo passou a integrar organizações que executavam atividades ilícitas de táticas terroristas, o que a levou para a clandestinidade. É controverso seu grau de participação nas ações das organizações clandestinas que integrou".

Se o seu grau de participação em ditos grupos "terroristas" é controverso, por que existe a afirmação tão enfática de que ela integrou os mesmos? E de tantas definições possíveis, por que "terrorista" seria a mais importante, em um ano eleitoral?

"Conhecida pelo temperamento difícil, passou a estar no centro de várias polêmicas, ao mesmo tempo em que se tornou a candidata preferida de Lula para sucedê-lo."

Ela é conhecida pelo "temperamento difícil"? Conhecida por quem e na opinião de quem? O que "difícil" quer dizer, exatamente? Ela passou a estar no centro de várias polêmicas? Quais?

"Dilma foi matriculada no Colégio Sion, onde as alunas falavam francês com as professoras". ::Estudei no Colégio Sion em São Paulo e meu francês continua péssimo. Há outras fontes que corroborem essa afirmação?

"Considerada dona de um temperamento explosivo, já destratou colegas de sua pasta e desagrada até aliados."

Absurdo completo em uma biografia de uma pessoa viva que se pretenda imparcial... dispensa maiores comentários...

E por aí vai.

Conclusão: claramente parcial. Acrescentei tag. Dornicke (discussão) 04h21min de 16 de março de 2010 (UTC)

Ficha falsa

Do Ombudsman da Folha:

Pela quarta vez, volto ao tema da reportagem de 5 de abril em que reprodução de suposta ficha criminal da ministra Dilma Rousseff dos tempos da ditadura foi publicada.

Depois de a ministra ter contestado que a ficha fosse autêntica, o jornal reconheceu não ter comprovado sua veracidade. Considerei insuficientes as justificativas para os erros cometidos e sugeri uma comissão independente para apurá-los e propor alterações de procedimentos para evitar repetição.

A Redação, no entanto, considerou a averiguação encerrada. Na semana retrasada, a ministra me enviou laudos por ela contratados que atestam a falsidade do documento.

Ao noticiar a existência dos laudos no domingo, o jornal, em termos tortuosos, sugeriu que ainda há dúvida sobre a fidedignidade do documento porque o original cuja reprodução ele publicara não foi examinado.

Se a Folha quer mesmo esclarecer o assunto, é simples: deve identificar a fonte que lhe enviou eletronicamente a ficha (assim, o público avaliará sua credibilidade) e instá-la a fornecer o documento original para exame de peritos isentos e pagos pelo jornal.

Só isso elucidará o caso, embora para leitores especializados em artes gráficas, nem seja necessário. Alguns me mandaram material convincente para comprovar a fraude.

Um deles, André Borges Lopes, diz que “trata-se de falsificação tão grosseira que qualquer técnico do departamento de arte do jornal poderia detectar os indícios de fraude em cinco minutos de análise”. [2] Dornicke (discussão) 16h37min de 27 de março de 2010 (UTC)

Do Observatório da Imprensa:

Folha publicou ficha falsa de Dilma

A Folha de S. Paulo reconheceu neste sábado (25/4) que publicou, na edição de 5 de abril, junto com reportagem que tratava de um suposto plano para sequestrar o então ministro Delfim Netto, um documento falso sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O reconhecimento do jornal é boa notícia, mas poderia ter sido mais elegante. "Autenticidade de ficha de Dilma não é provada", diz o título da matéria reproduzida abaixo. [3] Dornicke (discussão) 16h42min de 27 de março de 2010 (UTC)

O ombudsman disse tudo: "Só isso elucidará o caso, embora para leitores especializados em artes gráficas, nem seja necessário." Portanto, ainda não foi "elucidado". Ano de eleição e começam as ondas de parcializações dos partidários apaixonados, é sempre a mesma história... RafaAzevedo msg 16h46min de 27 de março de 2010 (UTC)

O ônus da prova é de quem acusa, não de quem se defende. Sobre partidarismo apaixonado, meu caro, você não tem muita moral pra falar de ninguém, convenhamos... Dornicke (discussão) 16h49min de 27 de março de 2010 (UTC)

Sim, sou eu quem está tentando transformar a Wiki-pt na PT-wiki, hehe... Francamente, Dornicke, lamentável sua atitude. Você é um editor que sempre admirei nos artigos sobre arte, mas sempre desliza (e feio) quando edita em artigos políticos, fica evidente sua espantosa parcialidade e capacidade de apelar para táticas como estas. O próprio artigo desmente o que você está dizendo, será possível que não perceba ou julga que os leitores são tão tolos a ponto de não perceber isso? Sem comentários... RafaAzevedo msg 16h52min de 27 de março de 2010 (UTC)

Quais são as fontes que desmentem? Se pretende fornecer a própria Folha de S. Paulo, tenha em mente o que significa a expressão "conflito de interesses". Dornicke (discussão) 16h54min de 27 de março de 2010 (UTC)

O próprio textinho da nota (ultra-parcial, diga-se de passagem, me admira os petistas não terem tentado esconder isso também) colocada neste trecho diz: "não podendo ser considerada autêntica, mas também não podendo ser descartada." RafaAzevedo msg 16h57min de 27 de março de 2010 (UTC)

O artigo é parcial como todo. Não importa o texto do artigo, importa a fonte de onde a informação foi extraída. Qual é a fonte que alega que a autenticidade da ficha não pode ser descartada? Posso te indicar 500 referências dizendo que a mesma é falsa. Inclusive do DOPS. Dornicke (discussão) 17h00min de 27 de março de 2010 (UTC)

Pois coloque-as. A fonte que ali está, como foi mostrado, não prova que ela é falsa coisíssima nenhuma (sem comentários sobre a "fonte" que é o Observatório da Imprensa, verdadeiro blog de jornalistas petistas). RafaAzevedo msg 17h02min de 27 de março de 2010 (UTC)

Já coloquei. Você é que não aceita. Dornicke (discussão) 17h04min de 27 de março de 2010 (UTC)


Protegi a página por um dia na versão consensual. Discutam o conteúdo da mesma aqui para que ela possa ser desprotegida o mais rápido possível. Christian msg 17h05min de 27 de março de 2010 (UTC)

Afirmar que o Observatório da Imprensa não pode ser utilizado como fonte por ser parcial não é um argumento que se possa levar a sério. Especialmente se lembrarmos que a superintendente da Folha de S. Paulo e presidente da ANJ admitiu publicamente que a grande mídia e seu jornal fazem papel de oposição. Arrume uma explicação melhor. Dornicke (discussão) 17h08min de 27 de março de 2010 (UTC)

Da Folha de S. Paulo:

Dilma contrata laudos que negam autenticidade de ficha

Imagem ilustrava reportagem da Folha; peritos não se basearam no jornal impresso

Professores compararam imagens reproduzidas pela internet com papéis do Arquivo Público; Folha reconheceu que ficha chegou por e-mail

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, encaminhou à Folha dois laudos técnicos, por ela custeados, que apontaram “manipulações tipográficas” e “fabricação digital” em uma ficha reproduzida pela Folha na edição do último dia 5 de abril.

A ficha contém dados e foto de Dilma e lista ações armadas feitas por organizações de esquerda nas quais a ministra militou nos anos 60. Dilma nega ter participado dessas ações. A imagem foi publicada pela Folha com a seguinte legenda: “Ficha de Dilma após ser presa com crimes atribuídos a ela, mas que ela não cometeu”.

O laudo produzido pelos professores do Instituto de Computação da Unicamp (Universidade de Campinas) Siome Klein Goldenstein e Anderson Rocha concluiu: “O objeto deste laudo foi digitalmente fabricado, assim como as demais imagens aqui consideradas. A foto foi recortada e colada de uma outra fonte, o texto foi posteriormente adicionado digitalmente e é improvável que qualquer objeto tenha sido escaneado no Arquivo Público de São Paulo antes das manipulações digitais”.

O laudo produzido pelo perito Antonio Nuno de Castro Santa Rosa da Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), ligada à UnB (Universidade de Brasília), chega às mesmas conclusões.

A ministra anexou o laudo da Unicamp em carta ao ombudsman da Folha. “Diante da prova técnica da falsidade do documento, solicito providências no sentido de que seja prestada informação clara e precisa acerca da “ficha” fraudulenta, nas mesmas condições editoriais de publicação da matéria por meio da qual ela foi amplamente divulgada, em 5 de abril de 2009″, escreveu Dilma.

[4] Dornicke (discussão) 17h14min de 27 de março de 2010 (UTC)

Acho que não há muito mais a ser dito. Se quiser, coloque que "segundo a própria Folha de S. Paulo não se pode descartar a possibilidade da ficha ser autêntica" ou qualquer outra bobagem do tipo, corroborada por fontes fiáveis. É inegável, no entanto, que há suporte o suficiente para sustentar a alegação de que a ficha é falsa, incluindo-se aí perícias profissionais, relatadas em reportagens da própria Folha de S. Paulo. Dornicke (discussão) 17h28min de 27 de março de 2010 (UTC)

Ataques virtuais, PAGOS, à página, podem acontecer em ano eleitoral

Editores da Wikipédia, cuidado extremo. Somos alvos.

[5]

"Escondido a sete chaves até agora, o bunker de comunicação e marketing da campanha da pré-candidata petista a presidente, Dilma Rousseff, funciona numa casa que ocupa meio quarteirão no caro Lago Sul, numa chamada "ponta de picolé", os grandes terrenos à beira do Paranoá. Segundo reportagem de Maria Lima na edição desta sexta-feira do jornal O GLOBO, a casa, no fim da rua na QI 05, conjunto 13, foi palco na quinta-feira de uma reunião da coordenação da campanha de Dilma, que terá entre os coordenadores o jornalista Mário Marona, junto com a Agência de Comunicação, que trabalhou em campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ex-prefeita Marta Suplicy.

Ali, um batalhão de especialistas em internet - inspirados na experiência bem-sucedida de Ben Self, marqueteiro digital e telefônico da campanha vitoriosa do presidente dos EUA, Barack Obama - está sendo treinado para travar o que batizaram de "guerrilha virtual".

Segundo a reportagem, além do treinamento para captação de doações via internet, criam centenas de perfis para atacar os adversários e defender os ataques feitos a Dilma em noticiosos ou redes sociais: Orkut, Facebook, Twitter, entre outros. Também ali funciona o site "Mulheres com Dilma", criado pela Pepper e que é vendido ao público como uma páginas em que mulheres, espontaneamente, manifestam apoio à pré-candidata petista" 189.4.241.165 (discussão) 11h31min de 3 de abril de 2010 (UTC)

É... nota-se. Não duvido nada da existência de ataques virtuais pagos... e me parece que esse artigo é um alvo constante deles. Dornicke (discussão) 18h04min de 3 de abril de 2010 (UTC)

Nascimento da filha

Corrigi a informação sobre o ano de nascimento da Paula Rousseff, filha da Dilma. Minha família, na época, era muito próxima da da Dilma, e eu e a Paula nascemos com apenas uma semana de diferença em 76 (o que não é informação relevante, mas não tenho como me enganar).

Luke poa (discussão)

Ministra de Minas e Energia

Falta colocar na infocaixa dados sobre o período que ela foi ministra de minas e energia. Prowiki (discussão) 18h21min de 11 de abril de 2010 (UTC)

Destacar o artigo

O artigo está com uma qualidade boa, e estou pensando em colocá-lo para votação de artigo destacado. Ver Wikipedia:O que é um artigo em destaque?. Pode pelo menos ganhar o status de bom. Ver: Wikipedia:Artigos bons. O que acham? Prowiki (discussão) 18h26min de 11 de abril de 2010 (UTC)

  • Não acho boa idéia em ano eleitoral em que o biografado é candidato a presidente. Caso seja aprovado pode parecer propaganda, caso seja rejeitado, contra-propaganda - melhor deixar isso para depois de outubro desse ano. o comentário precedente deveria ter sido assinado por VIGI-AP (discussão • contrib.)
    • Fora o que irão dizer a respeito de uma eventual candidatura a destaque ou mesmo a bom artigo, o artigo não cumpre um dos requisitos básicos que é: 2 - O artigo deve ser estável. O histórico de reversões e proteções confirma que não é e tende a piorar devido ao ano eleitoral, diria que é mais razoável esperar para após as eleições. Fabiano msg 22h54min de 12 de abril de 2010 (UTC)

·         

o        

      • Concordo com os dois editores acima. Dornicke (discussão) 01h37min de 13 de abril de 2010 (UTC)

Atualização de fontes parcial?

Pessoal, diga uma coisa: por que essa mudança do FrancisW foi considerada parcial? Não faz sentido para mim terem-na revertido sob esse argumento... --Brandizzi (discussão) 20h56min de 26 de abril de 2010 (UTC)

Eu me confundi e reverti inadequadamente. Acho que Prowiki se confundiu posteriormente devido ao sumário que deixei... enfim. Já reverti novamente. Dornicke (discussão) 21h01min de 26 de abril de 2010 (UTC)

Ah, perfeitamente... Obrigado por esclarecer. --Brandizzi (discussão) 21h12min de 26 de abril de 2010 (UTC)

Houve uma confusão porque adicionalmente à atualização de fontes ocorreu a inserção de texto parcial. Vou editar colocando apenas a atualização de fontes. Prowiki (discussão) 21h15min de 26 de abril de 2010 (UTC)

Ainda Ministra?

No artigo ainda consta que a Dilma é ministra. Vamos mudar? --Rafael Pavin (discussão) 06h36min de 9 de junho de 2010 (UTC)

Pelo que vi, ela "foi ministra" (está no texto) e na infobox tem o período que ela foi e quem foi, no caso, a sucessora. Em outro lugar afirma que ela é ministra? Abraços Mwaldeck msg 12h50min de 9 de junho de 2010 (UTC)

Foto

Imagem dela rindo.

imagem proposta

 

 

 

                  
Amigos, é da minha opinião que a imagem dela rindo, que gerou certa controvérsia, seja a melhor por dois motivos: é mais recente e permite ver mais adequada as feições da biografada. Entretanto, a a imagem proposta, apesar de mais antiga, mostra-a numa pose mais icônica, não possui outros elementos que não a retratada e foi eleita uma "imagem valiosa" no Commons, o que, acredito, torne-a mais credenciada para figurar na infobox.

Flávio, o Maddox (msg!contrib) 20h53min de 30 de junho de 2010 (UTC)

Symbol support vote.svgConcordo com o Maddox. A imagem proposta fica mais adequado.o comentário precedente deveria ter sido assinado por Roger360 (discussão • contrib.)

Concordo também com o Maddox, não só por gosto pessoal, mas especialmente pelo galardão que a imagem proposta recebeu no Commons, além de ser bem mais formal que a imagem dela rindo, como é apropriado à imagem principal de uma biografia.--- Darwin Ahoy! 21h58min de 30 de junho de 2010 (UTC)

Discordo É melhor a imagem rindo, por vários motivos:

  • Já houve uma discussão mais acima e a imagem rindo foi consensuada.
  • A imagem rindo mostra melhor o rosto dela e é mais atual.
  • A imagem rindo é a mais estável, já está há vários meses.
  • Estar rindo ou não é irrelevante. Centenas de artigos tem imagem de biografados rindo (ex: André Puccinelli, Geraldo Alckmin, Eduardo Campos, Luiz Inácio Lula da Silva, Marina Silva). O mais importante da foto é que seja atual e que mostre o rosto bem.
  • A imagem proposta já está inserida na sessão Temperamento, então ficaria repetida se aparecesse como imagem principal, e ela é muito mais adequada lá. Prowiki (discussão) 02h02min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Desculpe, Prowiki, mas uma imagem de uma pessoa rindo tem muito mais a ver com temperamento do que uma imagem icónica com a pessoa fazendo pose para a foto. Onde diachos você vê alguma relação entre a foto premiada da Dilma e "temperamento"?--- Darwin Ahoy! 02h09min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Leia a sessão Temperamento e você verá. Prowiki (discussão) 02h12min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Tudo bem, realmente não tem muito cabimento colocar uma foto da senhora sorrindo numa secção que só fala que ela é uma peste. Mas, seguindo essa lógica, ainda tem menos colocar como foto principal do artigo, não acha? E está bem pesquisa inédita essa foto da Dilma com a citação lá no temperamento, mas tudo bem, nem ficou mal. Wink.png--- Darwin Ahoy! 02h20min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Como disse, há centenas de biografias com a foto principal com sorriso, talvez até a maioria das biografias de pessoas vivas seja assim. Sorrir ou não é irrelevante. O mais importante na foto que ela está sorrindo é que mostra bem o rosto dela e é a mais atualizada. Prowiki (discussão) 02h27min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Eu, sinceramente, acho que a seção "temperamento" deveria ser eliminada desse artigo. Parece coisa da Revista Caras... Dornicke (discussão) 03h09min de 1 de julho de 2010 (UTC)

OK, mas e a foto? Prowiki (discussão) 03h11min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Indiferente. A imagem proposta é de fato muito superior em termos de qualidade, composição, iluminação, nitidez... esteticamente também parece-me superior (muitos dentes aparecendo na outra imagem...), mas aí já é subjetivo. A outra imagem é mais objetiva, naturalista e espontânea... sinceramente, qualquer uma das duas parece-me adequada. Agora a seção "temperamento" é um disparate. O temperamento da biografada e quaisquer outros assuntos estritamente relacionados à sua vida privada não são de interesse enciclopédico. As implicações de seu temperamento para os assuntos políticos tratados deveriam ser relatados sob uma outra ótica, objetivamente, relatando fatos em seu devido contexto, não nessa linha à la analista de Bagé. Dornicke (discussão) 03h22min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Tendo a concordar com o Dornicke, também me parece que o conteúdo dessa secção deva ser integrado e contextualizado noutras partes do artigo, caso seja pertinente. Se for só fofoca, pode ir fora que ninguém lhe sente muito a falta.--- Darwin Ahoy! 03h35min de 1 de julho de 2010 (UTC)

  • Qualquer uma das fotos apresentadas serve para ilustrar o artigo - me abstenho em escolher uma delas, mas peço por favor para resolverem logo a pendenga pois o artigo está com duas fotos iguais em seu corpo! VIGI-AP (discussão) 13h53min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Roger360 não tem nem educação de esperar a discussão sobre a foto e já vai logo mudando. É cada um que aparece... Prowiki (discussão) 14h02min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Hein? Já tinham mudado a foto..foi você que colocou a foto dela rindo novamente. Eu apenas reverti sua edição pois não sabia que iam iniciar uma discussão sobre a mesma. Roger360 (discussão) 14h40min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Pois, será que você não percebeu que a foto dela rindo era a mais estável há meses e que foi fruto de um consenso anterior. Um usuário inadvertidamente trocou a foto, por uma repetida no artigo, e eu apenas reverti: primeiro porque aquela foto era a consensuada e segundo para que não ficasse essa aberração que é duas fotos iguais no mesmo artigo. Acho que você está se fazendo de desentendido, sé pode. Prowiki (discussão) 15h24min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Quando se inicia uma discussão, permanece a foto mais estável, enquanto a discussão dura, aguarde a discussão acabar para mudar a foto, tenha educação. E a foto mais estável é a foto rindo. Prowiki (discussão) 15h26min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Eu não sabia que a foto tinha sido escolhida através de um consenso. Em todo caso, já coloquei a foto "estavél" de novo, até se entrar em consenso aqui. Roger360 (discussão) 15h31min de 1 de julho de 2010 (UTC)

Bom, como parece que já se entrou em um consenso (Já que ninguém mais posta nada aqui), e a maioria foi a favor de colocar a imagem sugerida (3x1), vou pôr ela no artigo. Roger360 (discussão) 18h28min de 5 de julho de 2010 (UTC)

Programa de Governo

O trecho sobre a apresentação do Programa de Governo deve ser mantida no texto, pois fornece referências do ocorrido e a resposta da candidata. Não vi proselitismo algum no texto. Luiz Nunes msg 14h49min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Symbol support vote.svgConcordo com Luiz Nunes. Roger360 (discussão) 14h50min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Desde que o texto seja adequado ao princípio da imparcialidade. Endossando uma opinião, da forma que estava, não pode ser incluído. "Programa radical de governo" é opinião do jornal, reconhecidamente conservador e de oposição à chapa encabeçada por Dilma Rousseff. Dornicke (discussão) 14h58min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Concordo com o Dornicke. Tem informação útil nesse link, mas do modo como foi colocada estava bastante parcial.--- Darwin Ahoy! 15h06min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Se é a opinião do jornal (e de boa parte de população brasileira, diga-se de passagem), isso deve ser mencionado. As opiniões do Dornicke (reconhecidamente pró-governo, para não dizer francamente "chapa-branca") sobre o jornal não têm qualquer relevância a este projeto. RafaAzevedo disc 15h21min de 7 de julho de 2010 (UTC)

As opiniões de jornal também não, então dá na mesma. Arrume fontes para "boa parte da população brasileira" se é que está pensando em incluir isso no texto, ou será imediatamente removido. Dornicke (discussão) 15h28min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Está redondamente enganado, é óbvio que a opinião expressa num dos jornais de maior circulação do país é mais que relevante ao artigo, diferentemente da sua, que é absolutamente irrelevante até para esta discussão. RafaAzevedo disc 15h29min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Opinião é opinião. Não é fato. Uma enciclopédia se faz com fatos, não com opiniões. Se quer expressar a opinião do pasquim, atribua ao pasquim e identifique-a como opinião. Não passa disso. Dornicke (discussão) 15h31min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Opinião já devidamente atribuída, inclusive com a de outros dos principais veículos de comunicação do país. Se você acha que são "pasquins", isto pouco importa, como já foi dito; sua opinião é totalmente irrelevante. RafaAzevedo disc 15h36min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Assim como a sua. What's your point, anyway? Dornicke (discussão) 15h42min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Eu não dei minha opinião aqui, nem estou transformado a Wikipédia num fórum, como você. Deveria ir vociferar este tipo de coisa em outro lugar, existem diversos fóruns onde militantes esquerdistas se dedicam a ficar reclamando da "grande mídia", sugiro que vá para um deles e deixe a Wikipédia em paz. RafaAzevedo disc 15h45min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Os incomodados que se mudem. Aprendi desde pequeno. Dornicke (discussão) 15h47min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Tenho as regras ao meu lado, Wikipedia:O que a Wikipédia não é#A Wikipédia não é um fórum de discussões. Se não tem capacidade ou maturidade para editar aqui, é você quem deve "se mudar". E se insistir, alguma providência deverá ser tomada. RafaAzevedo disc 15h49min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Tem as regras do seu lado? E por que não as lê? Considerando o número de vezes que você já foi bloqueado nesse projeto, creio que está na hora, não? Dornicke (discussão) 15h52min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Pra variar, usa um ataque pessoal covarde para se esquivar do fato inegável e indefensável de estar violando acintosamente a regra que lhe foi mostrada (nada de novo aí, é o comportamento-padrão dos petistas em desespero esse...). Em negrito agora, para ver se entende: Wikipédia não é um fórum! Vamos ver se agora vai... RafaAzevedo disc 15h53min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Olha... petista eu até aceito. Por falta de opção, registre-se, muito mais do que por convicção. Mas covarde é algo que eu posso bater no peito cheio de orgulho e dizer em alto e bom tom: não sou. Claro que não precisaria tocar nesse assunto se o senhor não estivesse no presente momento transformando essa página em um fórum de discussões... quanta coerência... Dornicke (discussão) 16h05min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Não consigo sequer imaginar que caminhos intelectuais tortuosos sua mente percorreu para achar que orientá-lo acerca das regras que proíbem o uso da Wikipédia como fórum é transformar a página num fórum, mas enfim, nunca se perdeu dinheiro subestimando a intelligentsia das esquerdas brasileiras. Quanto à "covardia", para mim ela está patente quando alguém usa (e abusa) de ataques pessoais numa conversa que nada tem a ver com o assunto, mas enfim, como eu disse, nada de novo, vindo de quem vem. RafaAzevedo disc 18h10min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Radical não é opinião e não tem em si termo de valor negativo ou positivo. Se você toma posições completamente contrárias as vigentes é em si ser radical e os próprios militantes que defendem posições como a do Programa de Governo se intitulam radicais. O texto não pode ser taxado como parcial pelo simples uso do termo. 189.108.185.188 (discussão) 16h10min de 7 de julho de 2010 (UTC)

O texto acima deveria ter sido assinado por mim, desculpem. Luiz Nunes msg 16h12min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Symbol declined.svgDiscordo. Segundo o link que você mesmo indicou, radicalismo é a "política doutrinária reformista que prega o uso das ações extremas para gerar a transformação completa e imediata das organizações sociais." O problema não está no "valor" negativo ou positivo do termo, mas em sua inadequação diante das ações propostas. Não vejo o que há de "extremo" na regulamentação do setor midiático, todos os países do mundo, incluindo os de tradição política conservadora já o fizeram. Não vejo o que há de "radical" na legalização do aborto e não vejo o que há de "radical" na reforma agrária. Se o jornal considera que regulamentação de uma atividade comercial como a imprensa (já prevista na Constituição de 1988), a reforma agrária (já prevista na Constituição de 1988) e a legalização do aborto (não prevista, mas não vetada pela Constituição de 1988) são radicais, é direito deles. Mas isso está muito, muito, muito longe de ser um consenso. Não vejo nada de radical nisso. Vejo alarmismo de uma imprensa conservadora em época eleitoral sendo usada para prática de proselitismo político em uma enciclopédia. Desculpem-me. Não engulo essa história de que reforma agrária é coisa de radicais. Dornicke (discussão) 16h18min de 7 de julho de 2010 (UTC)

A propósito... se sua definição estivesse correta ("Se você toma posições completamente contrárias as vigentes é em si ser radical") poderíamos escrever no artigo sobre Portugal que trata-se de um país radical (pois legalizou a união civil de pessoas do mesmo sexo). Não faz sentido. O que você está dizendo é que quem não é conservador é automaticamente radical. Definitivamente, essa definição está incorreta. Dornicke (discussão) 16h28min de 7 de julho de 2010 (UTC)

A ala do PT que ajudou na elaboração do programa de governo apoia claramente o uso de plebiscitos vindos do executivo para regulamentar a mídia e legalizar o aborto. Pela própria doutrina jurídica plebiscitos partidos do executivo e não do legislativo (representantes do povo) são em si ações extremadas! Então juntamos a última peça de que é uma proposta radical. Mas eu estou encerrando minha participação nesta discussão, pois gostei e apoio o texto como está ficando. Valeu pelo princípio do meio termo em que o texto melhora quando é trabalhado por mãos com visões diferentes. E não entenda meu texto de forma errada, só achei que a remoção completa do texto foi um equivoco. Luiz Nunes msg 16h42min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Plebiscitos convocados pelo executivo não são permitidos pela Constituição. O que a ala do PT propõe é que o executivo envie ao Parlamento propostas de convocação de plebiscitos, o que é previsto pela constituição, em seu artigo 14: "a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular"" Não sabia que obedecer à Constituição em vigor tinha virado um exemplo de "ação extremada"... Dornicke (discussão) 16h52min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Não virou e sim sempre foi considerada uma ação legal, porem extremada pelos maiores juristas do país. E não falei convocados e sim partidos do executivo (o que achava já dava entender que seriam enviados para o legislativo). Luiz Nunes msg 16h57min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Em um país onde a instância maior da justiça considera que estupro de menores não é crime, onde Gilmar Mendes faz parte do STF, onde juízes são presos por conluio para desviar dinheiro para maçonaria e onde réus ficam presos por 20 anos por roubo famélico, sinceramente não me espanta o que pensam os "maiores juristas". Dornicke (discussão) 17h04min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Que seja, mas não retira o radicalismo da proposta, isto é o que eu tentava dizer desde o início. E apontar erro de alguns para desmoralizar muitos é algo que não deveria ser utilizado numa discussão da wikipedia, o PT e outros partidos já sofreram muito com este tipo de "argumento". Luiz Nunes msg 17h22min de 7 de julho de 2010 (UTC)

E o que eu estou dizendo desde o início é que o suposto "radicalismo" da proposta não passa disso: uma suposição. Há alguns setores da sociedade que, por interesses próprios (como a imprensa) ou por afinidades ideológicas com a direita, tentam rotular algo previsto na Constituição de 1988 como radicalismo. Perfeito. Direito deles. Não deixa de ser isso: uma singela opinião. Pode ser publicada por 300 jornais. Continuará sendo uma opinião. Quanto a desmoralizar a justiça, fique tranquilo. Depois de Gilmar Mendes, não tem como ela ficar mais desmoralizada... Dornicke (discussão) 17h35min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Se transformar o Brasil numa Venezuela não é radical, fico imaginando o que será, para você... Aliás o engraçado é que os próprios petistas parecem achar o tal programa radical, tanto que o tiraram do ar, envergonhados de mostrar suas reais intenções ao povo brasileiro, depois de pouco tempo... RafaAzevedo disc 18h11min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Citação: RafaAzevedo escreveu: «Se transformar o Brasil numa Venezuela não é radical, fico imaginando o que será, para você...»

A Gloriosa. O Brasil teria sorte se houvesse alguém tentando nos transformar na Venezuela... Já viu o Índice de Desenvolvimento Humano deles? É maior do que o mais ricos dos estados do Brasil. Perto da Venezuela, somos o Gabão... mania que brasileiro tem de não se enxergar... Dornicke (discussão) 18h19min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Já visitei Caracas e posso dizer que aquilo lá é um verdadeiro esgoto a céu aberto; não tenho absolutamente qualquer inveja daquilo, e nem desejo que meu país padeça daquele mal. Aliás é preciso uma boa dose de credulidade (ou desfaçatez) para acreditar nos dados que o governo Chávez passa para o mundo. Mas que bom que você ao menos reconhece seu viés ditatorial, bom seriam se os seus candidatos petistas fizessem o mesmo e também o assumissem. Todos juntos, agora: "De pé, ó vítimas da fome"... RafaAzevedo disc 18h21min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Meu caro... perto de São Paulo, Caracas é Europa. Há uma "Caracas" inteira dentro de São Paulo morando em Favelas. Acrescente-se mais toda uma "La Paz" vivendo em cortiços e começamos a ter mais ou menos uma idéia da nossa real situação... Você se incomoda com esgotos? Mude-se de São Paulo. Leu os jornais hoje? O MP quer impedir o governo do estado de abastecer a represa de Guarapiranga com água do Rio Pinheiros. Vamos começar a beber água de esgoto. E você quer falar de Caracas? Dornicke (discussão) 18h31min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Non sequitur... Quanto a "Caracas ser Europa", só me resta concluir que você nunca esteve no Velho Mundo. RafaAzevedo disc 18h33min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Não é mérito de Caracas. É desmérito de São Paulo. Podemos inverter o raciocínio, se achar melhor. Algo como "perto de Caracas, São Paulo é África subsaariana". Dá na mesma. Dornicke (discussão) 18h43min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Nunca disse qualquer coisa a respeito de São Paulo (!), muito menos a elogiei, esse tipo de falácia maniqueísta é recorrente entre as esquerdas (ou você é PT, ou é PSDB, ou acha a Venezuela um exemplo a ser seguido, ou acha que o Brasil é). Simplesmente não acho que tem cabimento acreditar que a solução para os problemas do Brasil seja adotar o que há de pior num governo demagogo, corrupto e ditatorial. E quaisquer medidas que visem a implementação de um governo deste sempre foram e sempre serão radicais. RafaAzevedo disc 18h52min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Não. Eu disse. Achei engraçado você dizer que Caracas é um esgoto a céu aberto... a cidade tem um IDH próximo aos dos países da Europa Oriental e nós mal alcançamos o Oriente Médio... começaram a construir o metrô deles 15 anos após São Paulo e já é maior que o nosso e muito mais barato... conseguiram conservar um dos mais espetaculares conjuntos coloniais da América andina, enquanto nós estamos em pleno século XXI e continuamos a demolir os raríssimos exemplares da arquitetura de outrora (semana passada foi ao chão o último exemplar da arquitetura residencial mourisca de São Paulo... vão fazer mais uma torre neoclássica que os leitores da Veja tanto adoram no terreno, provavelmente). Eles têm uma universidade fundada em 1711, enquanto nós fomos reconhecer a importância de fundar uma já em meados do século XX. E eles são os bárbaros, rs. Acho engraçado esse tipo de pensamento. Temos muito a aprender com a Venezuela. E não estou falando da Venezuela de Chávez. A Venezuela é muito maior do que seus líderes. Dornicke (discussão) 19h14min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Eles não "são os bárbaros", mais uma vez é você que diz isso. Chega de tentar impingir palavras aos outros, seja resposável por aquilo que diz. Trata-se de um país admirável, como você mencionou, e que, infelizmente, tem tido uma sucessão de governantes de quinta categoria, como nós, e que atualmente está sendo ainda mais levado cada vez mais para o fundo do poço, por um ditadorzinho de meia-tigela que virou ídolo das esquerdas sedentas de poder latino-americanas graças ao seu anti-americanismo de botequim e à sua demagogia rasteira. Só não entendo é, voluntariamente, querer isto para si. RafaAzevedo disc 19h21min de 7 de julho de 2010 (UTC)

Não, anti-americanismo de botequim e demagogia rasteira não garantem popularidade a ninguém. Chávez é popular porque a economia de seu país está crescendo a 8,5% ao ano, porque reduziu a miséria em seu país em 20%, porque está entre os 4 países da região que mais aumentaram a renda de seus trabalhadores, porque reduziu a mortalidade infantil de 30 para 13/mil, porque instituiu o ensino público em regime integral, etc. Enquanto ele manter esse desempenho, pode ter certeza que continuará vencendo as eleições venezuelanas e influenciando o voto dos nacionais em favor dos plebiscitos e referendos que propõe. Mas enquanto existirem eleições, plebiscitos e referendos, fica realmente difícil acreditar nesse papo de "ditadorzinho de meia tigela". Acho que aqueles que compram votos de deputados para alterar a constituição e conseguir uma reeleição na marra estão muito mais próximos do conceito de "ditadorzinho de meia-tigela" do que quem consulta a população de seu país ao menos uma vez por ano. Conhece alguém assim? Dornicke (discussão) 17h24min de 9 de julho de 2010 (UTC)

Atualizar

Dilma possui agora 7 multas e não 6 como diz o texto http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/mat/2010/07/27/tse-multa-serra-pela-quarta-vez-por-propaganda-eleitoral-antecipada-917252830.asp o comentário precedente deveria ter sido assinado por 189.65.18.102 (discussão • contrib.)

Folha, sempre a Folha

Segundo o artigo,

Antonio Roberto Espinosa, ex-comandante da Vanguarda Popular Revolucionária e da VAR-Palmares, reconheceu que coordenou o plano, que era de conhecimento de cinco membros da cúpula da organização, e que Dilma seria uma dessas integrantes da cúpula.

A fonte é a Folha de S. Paulo. A outra é a revista semanal de humor Veja, que dispensa maiores comentários.

Bom: eis o que afirma o próprio Antonio Roberto Espinosa, em matéria publicada pela revista Caros Amigos[6]:

"Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o seqüestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anticampanha contra a Ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseria de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos. [..] A respeito da natureza tendenciosa da edição da referida matéria faço questão de esclarecer:

c)Dilma sequer teria como conhecer a idéia da ação, a menos que fosse informada por mim, o que, se ocorreu, foi para o conjunto do Comando Nacional e em termos rápidos e vagos. Isto porque a VAR-Palmares era uma organização clandestina e se preocupava com a segurança de seus quadros e planos, sem contar que "informação política" é algo completamente distinto de "informação factual". Jamais eu diria a qualquer pessoa, mesmo do comando nacional, algo tão ingênuo, inútil e contraproducente como "vamos seqüestrar o Delfim, você concorda?". O que disse à repórter é que informei politicamente ao nacional, que ficava no Rio de Janeiro, que o Regional de São Paulo estava fazendo um levantamento de um quadro importante do governo, talvez para seqüestro e resgate de companheiros então em precárias condições de saúde e em risco de morte pelas torturados sofridas. A esse propósito, convém lembrar que o próprio companheiro Carlos Marighela, comandante nacional da ALN, não ficou sabendo do seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick. Por que, então, a Dilma deveria ser informada da ação contra o Delfim? É perfeitamente compreensível que ela não tivesse essa informação e totalmente crível que o próprio Carlos Araújo, seu então companheiro, diga hoje não se lembrar de nada;"

Se a própria fonte ouvida pela Folha desmente o jornal, acho que a Wikipédia não pode dizer que o mesmo "reconheceu [...] que Dilma seria uma das integrantes da cúpula", não? Não faz sentido publicar na forma de fato uma informação que um jornal atribui a uma fonte depois que a própria fonte a qualifica como um factóide. Dornicke (discussão) 23h31min de 2 de agosto de 2010 (UTC)

Da série:enxugamento de numerozinhos redundantes

Não entendi o motivo de ser necessária uma referência para o nome inteiro da citada, na medida em que não há nenhuma duvida ou contestação sobre isso. Mas entendi menos ainda o fato de haver DUAS, mostrando a MESMA coisa. Como não entendi, se ninguém explicar, retiro em 24 horas. Qto menos burocracia inutil, melhor. Sds MachoCarioca oi 00h58min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

PS E também DUAS referencias pra dizer o que é de conhecimento até em Marte, que ela é candidata a presidente?

Remoção de referência = vandalismo. RafaAzevedo disc 01h02min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Não foi isso que perguntei, se não tem a resposta, deixe pra outro. Sds MachoCarioca oi 01h03min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Não há o que responder, sua "pergunta" não faz o menor sentido, estou apenas esclarecendo que qualquer remoção de referência deve ser tratada como vandalismo pelas regras do projeto. RafaAzevedo disc 01h05min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Se a referência for de fato redundante, qual é o problema em retirá-la? Dornicke (discussão) 01h06min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Como uma referência pode ser redundante? Não existe uma regra na Wikipédia que autorize a remoção de uma referência porque determinado fato é supostamente notório ou "não é contestado". O projeto se pauta pela verificabilidade, e não pela veracidade. RafaAzevedo disc 01h09min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

? Como uma referência pode ser redundante? Nem vou responder essa... Dornicke (discussão) 01h11min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Não precisa mesmo. Esperar o quê de quem acha que artigo nem precisa de fonte "se o editor for de confiança"? RafaAzevedo disc 01h16min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Tbém não existe nenhuma que obrigue a deixar. Duas referencias que dizem a mesma coisa notória, são uma redundancia DUPLA. Não há qualquer necessidade de DUAS referencias para uma mesma afirmação, que mostram exatamente a mesma coisa. Minha pergunta, não respondida, é abolutamente simples e continua de pé. MachoCarioca oi 01h15min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

"sua "pergunta" não faz o menor sentido". Não? MachoCarioca oi 01h16min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Talvez faça sentido pra quem se incomoda com referências. Felizmente não tenho este problema, estou bem habituado a ler livros que as têm. RafaAzevedo disc 01h23min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Quando foi que eu disse que um artigo não precisa de fonte se o editor for de confiança? Eu disse que na anglófona te deixam contribuir à vontade, sem encher o saco com a obsessão robótica por fontes para toda besteira que se escreve. Curiosamente, logo depois, apareceu um IP chato no artigo onde eu trabalhava lá na anglófona para colocar uma tag de "sem fontes'... que será que foi? Dornicke (discussão) 01h30min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Peça o checkuser se tem alguma suspeita, mais uma vez suas acusações covardes e pusilânimes só mostram (como se precisasse, depois de tudo que você aprontou neste projeto) quem você realmente é. E sinto lhe informar, mas colocar informação sem fonte não é "contribuir", mas, pelo contrário, é violar as normas mais básicas e elementares da Wikipédia. Aliás é essa mentalidade tacanha típica daqui da Wikipédia lusófona, de que referência "atrapalha", "é feia" ou o que for, que faz com que nossos artigos estejam entre os piores de todas as Wikipédias em termos de conteúdo, quase sempre repletos de achismos e opiniões pessoais. RafaAzevedo disc 01h32min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

A referência quanto ao nome dela fui em quem colocou [7], porque havia insistência em colocar o sobrenome "Linhares", que é do primeiro marido (nos arquivos da ditadura, é o nome que consta, então tinha gente insistindo com esse sobrenome, inclusive em outras wikis ela está ainda com o sobrenome Linhares). FrancisW (discussão) 01h39min de 12 de agosto de 2010 (UTC)


Eu não me incomodo com referencias, a pergunta não foi essa, me incomodo com a redundancia desnecessaria e obtusa, a duplicidade sem sentido, campeonato de numerozinhos. Uma enciclopedia tbém deve ser feita por quem pensa e tem bom senso e nao apenas por robótica. A segunda referencia pro nome dela (eu nao entendi nem pra que a primeira) foi um tal de 'Francis W' em 25 de abril. A segunda referencia pra candidatura dela foi do 'União da Juventude Mestiça', em 26 de junho. Vou perguntar aos dois pra que isso, repetir o que ja tinha. MachoCarioca oi 01h42min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Francis W, a primeira referencia, que já havia, não tem Linhares, é igual a sua. Não entendi então a necessidade de duas, que mostram a MESMA coisa, amigo. MachoCarioca oi 01h42min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Duas era para garantir. Coloquei uma ata da Petrobrás, que alguns poderiam dizer que talvez não fosse muito fiável e coloquei a página da Casa Civil, que no momento foi até retirada, quando ela deixou o Ministério. Se tivesse colocado só essa última (e alguém não tivesse colocada outra mais tarde), diriam que a referência é morta e careceria de fontes... FrancisW (discussão) 01h49min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Ô, MachoCarioca, não sei por que você reclama tanto desse artigo. Veja a introdução desse artigo destacado: Holodomor. FrancisW (discussão) 02h47min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Não dá pra fazer verbetes na base do 'diriam', amigo. Futuro. Se coloque no meu lugar, como simples leitor. (a Wikipedia é feita para seus leitores). Entrei aqui porque caí numa pagina aleatória e vi duas refs - que fui conferir - iguais para mesma coisa. Redundante e desnecessario. Como leitor, 'diriam' nao tem sentido pra mim, nem pra eles. Inclusive num ponto de texto (nome do verbetado) que nem se usa ref. Entendo o pontto que levantou pra ter colocado uma, que tal então deixar apenas uma, a sua escolha? As duas são perfeitamente fiáveis, e se uma nao o fosse, que fosse retirada e nao colocada outra pra reforçar a mesmissima coisa. MachoCarioca oi 03h46min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

PS Vi o que me mostrou, é patético. (mas são coisas diferentes, nao sao duas refs pro nome do titulo do artigo)

Remoção de conteúdo sobre multas

Recentemente, atendendo a um pedido de um IP aqui na discussão, eu expandi a seção sobre as multas eleitorais da candidata, inclusive colocando referências para todas elas, mas o usuário Dornicke DCE simplesmente removeu parte do conteúdo, mutilando as informações, sem nenhuma justificativa válida. Hoje eu reinseri as informações retiradas arbitrariamente, mas fui revertido, com outro sumário nonsense. Gostaria que outros editores dessem suas opiniões, e inclusive que o Dornicke explicitasse qual o seu interesse em deixar textos incompletos, uma vez que as multas de terceiros fazem parte, sempre, da multa da biografada. ThiagoRuiz msg 15h47min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Concordo com você em gênero, numero e grau. Acho que todas as multas relacionadas a propaganda eleitoral antecipada em favor de Dilma Rousseff deveriam estar no artigo de Dilma Rousseff. Assim como todas as multas relacionadas a propaganda eleitoral antecipada em favor de José Serra deveriam estar no artigo de José Serra. É algo tão óbvio, tão claro, tão nítido, tão lógico, que dispensa maiores argumentações.

Por isso mesmo tentei incluir, em mais de uma oportunidade, as multas aplicadas ao vice de José Serra e ao jornal O Estado de Minas por propaganda antecipada no artigo do próprio. Afinal, ele foi o principal beneficiado por essa propaganda. Mas fui revertido todas as vezes. Ver Discussão:José Serra#Retirada de multas recebidas por outras pessoas deste artigo. O cabo eleitoral psdbista que se esconde sob o IP 186.205.3.15 e o editor RafaAzevedo concordaram "com a remoção de informações não-relacionadas ao biografado deste artigo". Portanto, se você quer inserir essas informações, convença o citado cabo eleitoral e o editor RafaAzevedo. O que vale para um tem que ser válido para todos. Até lá, informações sobre multas não aplicadas diretamente a Dilma Rousseff não ficarão no artigo Dilma Rousseff, pois quero muito acreditar que esse projeto não é um circo. Dornicke (discussão) 17h06min de 12 de agosto de 2010 (UTC)

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dilma_Rousseff"

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DILMA ROUSSEF - "..então eu votarei na Dilma."

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